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Os donos da terra: Xokleng
Quando enfocamos nosso olhar para o sul do Brasil e o tema são os povos que habitavam esta terra, buscamos as palavras do antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, no seu livro “Índios e brancos no sul do Brasil: a dramática experiência dos Xokleng”:
No território em foco, duas regiões podem facilmente ser distinguidas: litoral e planalto. Entre este ou aquele, a floresta subtropical cobria as serranias e os vales, dificultando a penetração. Este obstáculo natural impossibilitou as empreitadas escravocratas dos portugueses e permitiu abrigo às populações que logravam pressentir a aproximação dos atacantes. No primeiro século da conquista, entretanto, os “Carijó” foram dizimados ou levados para os mercados de escravos de São Vicente. Na região de florestas e campos, da encosta e do planalto, permaneceram dois grupos tribais: os Xokleng e os Kaingang. (...)
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4 de abril:
- 1917 - O tiro de Guerra de Brusque é incorporado ao Departamento de Guerra Nacional de Guerra (RJ) sob o número 317.
- 2008 - Inaugurado o prédio da Câmara de Vereadores, entre os prédios do Fórum e Prefeitura Municipal.
Nasceram neste dia…
Faleceram neste dia…
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Paes Leme
Luís Betim Paes Leme foi o quinto administrador efetivo da Colônia Itajahy(Brusque). Formado em 1871 engenheiro civil pela Universidade do Brasil, assumiu a Direção da Colônia Itajahy(Brusque).
Ele nascera no Rio de Janeiro em 1847, filho de Luís Leme Betim e Mariana E. Navarro Leme e casou-se com Amélie Pellew Wilson, 12 anos mais jovem.
Após a conclusão de seus estudos, aos 24 anos, fora nomeado Diretor da Colônia Itajahy (Brusque) em janeiro de 1872, entrando em exercício no dia 2 de março, ficando no cargo até a 1 de dezembro de 1875, quando pediu 3 meses de licença e não retornou a Brusque.
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