PROIBIDA A CÓPIA DO CONTEÚDO.
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Os donos da terra: Xokleng
Quando enfocamos nosso olhar para o sul do Brasil e o tema são os povos que habitavam esta terra, buscamos as palavras do antropólogo Sílvio Coelho dos Santos, no seu livro “Índios e brancos no sul do Brasil: a dramática experiência dos Xokleng”:
No território em foco, duas regiões podem facilmente ser distinguidas: litoral e planalto. Entre este ou aquele, a floresta subtropical cobria as serranias e os vales, dificultando a penetração. Este obstáculo natural impossibilitou as empreitadas escravocratas dos portugueses e permitiu abrigo às populações que logravam pressentir a aproximação dos atacantes. No primeiro século da conquista, entretanto, os “Carijó” foram dizimados ou levados para os mercados de escravos de São Vicente. Na região de florestas e campos, da encosta e do planalto, permaneceram dois grupos tribais: os Xokleng e os Kaingang. (...)
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4 de abril:
- 1917 - O tiro de Guerra de Brusque é incorporado ao Departamento de Guerra Nacional de Guerra (RJ) sob o número 317.
- 2008 - Inaugurado o prédio da Câmara de Vereadores, entre os prédios do Fórum e Prefeitura Municipal.
Nasceram neste dia…
Faleceram neste dia…
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Mutter Jonk ou Margarethe Jonk
Nascida Todt, era natural da Alemanha. Cedo emigrou para o Brasil, cuja cidadania abraçou, prestando juramento, no dia 27 de setembro de 1857, na Freguesia de Santa Tereza de Valença, no Rio de Janeiro. Casou com Ferdinando Jonk, natural de Holstein, Alemanha, em Petrópolis, tendo desse matrimônio nascido 5 filhos, 42 netos, 88 bisnetos e 4 tataranetos.
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