Entrevista Aliatar da Silva - Luiz Gianesini

De Sala Virtual Brusque
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ALIATAR DA SILVA: Filho dos saudosos Otávio Tomaz da Silva e Bertha Phug da Silva; natural de Brusque, nascido em 14.08.38; Uma irmã: Marina; cônjuge: Tereza Gamba da Silva, casados aos 04.10.64; uma filha: Adriana. Torce para o C.E. Paysandu, Corinthias e Vasco da Guma

O que lembra da infância?

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Minha infância – na rua das Carreiras – foi como da maioria das crianças da época; brincadeiras simples e sadias.

E da juventude?

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O que bem me lembro da juventude, era que – aos 14 anos – trabalhava como ajudante de confeiteiro, na Confeitaria Koehler e sempre que sobrava cuca e empadinha – que quebravam – e que então não eram levadas aos clientes, eu as saboravas.

Como surgiu a música em sua vida?

O início, propriamente dito, foi nos idos de 69, quando ingressei no curso de química na Furb. Lá conheci o Dejair que também cursava química e aí começamos a tocar e, logo, em seguida, iniciamos a canta juntos, nas noites em Blumenau.

Além de vocalista, toca algum instrumento?

Toco um violãozinho.

De que conjuntos e bandas participou ou participa?

Integrei a Bier Kapelle e atualmente, a Brusband.

Para ser músico é necessário ter dom?

Ah, com certeza!

Gênero musical preferido?

Prefiro as sertanejas e as músicas antigas.

Grandes apresentações?

Toda apresentação é importante para o músico, mas para mim foi a apresentação no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, com o Maestro Werner Arnold, também a participação no Jornal do Almoço, com o Bruninho Moritz e, sempre lembro com carinho, das apresentações, aos sábados, na FIP.

Grandes músicos em Brusque?

O Bruninho Mortiz. O Bruninho é um fenômeno musical. Citaria, também, o vocalista Lauro Fischer. Quanto aos músicos em seus instrumentos musicais não podemos esquecer do acordeonista Paca, do tecladista, Vadinho, do violonista Eberhard Orthmann, do Mimi Reis – filho do Goianinho, no violão e o Alarico no pistão.

Uma palhinha da vida Profissional?

Aos 14 anos fui trabalhar na Confeitaria Koehler, aos 16, na antiga Iresa, inicialmente como ajudante de tecelão e, depois, como tecelão. Em 62, fui para o Samae, trabalhar na estação de tratamento de água –ETA, em 68, fui para o Samae de Blumenau e, em 72, ingressei na Cia Hering, tendo nesse período lecionado química, durante cinco anos, no Colégio Dom Pedro II. Em 89, obtive o benefício previdenciário e retornei à Brusque.

Amigão?

Tenho muitos amigos, mas destacaria o amigão Dejair Machado.

O que é uma sexta feira perfeita?

Uma sexta feira perfeita é encontrar e reencontrar os amigos da música no Sete de Ouro.

Lazer?

Ah, é a música... e também estar com a família.

Referências

  • Matéria publicada em A VOZ DE BRUSQUE, na semana de 25 a 30 de junho de 2008.