Escultura-Sem titulo de Gio Pomodoro

De Sala Brusque Virtual

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Sem título
Artista Giò Pomodoro
Nacionalidade Itália 50
Técnica Mármore esculpido.
Dimensão 3,44m x 1,11m x 1,13m
Data 2002
Acervo II Simpósio Internacional de Escultura do Brasil
Localização Parque das Esculturas, Brusque.

Giò Pomodoro é um dos escultores internacionais mais importantes do século XX. Convidado a participar de mostras como a Bienal de Veneza e a Documenta de Kassel, o artista recebeu o prêmio Lifetime Achievement em Escultura Contemporânea, somente atribuído a artistas de destaque.

O artista nasceu em 17 de novembro de 1930 em Orciano di Pesaro, uma pequena cidade da campagna marchigiana, próximo a Urbino.

Colaborou ativamente para a revista "il Gesto" em 1955, e com Dorazio, Novelli, Turcato, Tancredi, Perilli, Fontana e o irmão Arnaldo participaram nas mostras do grupo "Continuità" apresentado por Ballo, Argan, e Russoli. Em seguida sai do grupo e dirige a sua pesquisa para a "representação racional dos sinais."

Sendo anos mais jovem que seu irmão, Giò Pomodoro, em parceria com ele em sua juventude na criação de jóias ("Grupo 3 P") para a gigantesca relojoaria de Arnaldo contrasta os relevos de bronze de grandes superfícies flutuantes (Bandeira Majakowskij e grande multidão de 66) antes de passar para monumentais construções de blocos em mármore e em pedra rigidamente quadradas que em seu flanco e quase pesadas vigas sobre pilares maciços abrem livres aberturas para o espaço à semelhança de portais ou semelhança com os portais ou janelas em que a luz do sol é interrompida.

O sol, na verdade, embora nem sempre representado ou simbolizado, é o declarado protagonista de muitas de suas criações que Pomodoro atribui significados ideológicos e sociais de que, sem dúvida, sinceramente sentida e vivida de outra forma e, em sua absoluta abstração e em nela calculada "medição", pode dar uma precisa qualificação estética para aos lugares onde hoje é conduzida a vida humana.

As esculturas de Giò Pomodoro estão presentes em várias coleções públicas e privadas em todo o mundo, das quais podemos citar: Hirshhorn Museum and Sculpture Garden de Washington, a Coleção Nelson Rockefeller de New York, o Museo d'Arte Moderna da Cidade do México, a Coleção d'Arte Moderna da cidade de Jedda, na Arábia Saudita, o Musée d'Ixelles de Bruxelles, o Kunst und Museumverein de Wuppertal, o Yorkshire Sculpture Park de Wakefield, no Inghilterra, la Fondation Veranneman na Bélgica, a Galleria d'Arte Moderna de Roma e do Torino e o Civico Museo d'Arte Contemporanea de Milão.

O artista faleceu no seu estúdio em Milão em 21 de dezembro de 2002, no dia do solstício de inverno. Com a grande Vela, escultura monumental em bronze e mármore instalada sobre o passeio do centro histórico de Sestri Levante, dedicada à memória de Carlo Bo, se inaugura uma das últimas grandes obras públicas progetadas de Giò para a coletividade.

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