Praças no Sesquicentenário

De Sala Brusque Virtual

Inauguração Praça Sesquicentenário

Mosaico com fotos da Praça Sesquicentenário
Fonte: Prefeitura de Brusque
Foram cerca de 3 meses de trabalho árduo para entregar o mais novo espaço público de Brusque para a população. Na iluminada noite de sábado, 21 de agosto, sob o prestígio de cerca de mil pessoas, o GovernoMunicipal entregou a Praça Sesquicentenário. Entre as atrações da noite a população ainda foi presenteada com um espetáculo da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, que aliás, entre seus tenores, contou com a presença do filho da terra, Demétrio.

O projeto uniu o anseio de se ter uma área de lazer no centro da cidade às homenagens pelos 150 anos do município. E as pessoas reconheceram a importância do projeto já antes mesmo da inauguração, já utilizando a estrutura disponível.

A Praça Sesquicentenário é mais um exemplo da quantidade de obras e ações que vem sendo realizadas pela cidade. Além de ser a iniciativa de número 106 no Plano de Ações e Investimentos de Brusque, ainda alia as ações números 111 e 145 do PAI, que são a implantação no novo Sistema de Ônibus, onde o primeiro ponto sob novos padrões foi instalado em frente à Câmara, e a instalação de mais uma Academia para Todas as Idades.

Entre as inovações do mais novo cartão postal da cidade, o sinal de internet gratuito já está disponível, e o ringue de patinação, é o primeiro do Estado a céu aberto.

Além da inédita iniciativa de transplantar o patrimônio paisagístico de Brusque para o local, as preocupações com o meio ambiente não param por aí, a água para jardinagem, e que também é usada no chafariz, sendo viabilizada por meio de captação das águas da chuva.

A praça recebeu duas esculturas do Roteiro das Esculturas, a estátua de Brusque, feita pelo artista Walter de Oliveira e o Monumento à Bíblia.

Para mais informações sobre a praça, clique aqui.

Revitalização da Praça Vicente-Só

  • Marlus Niebuhr, Diretor do Patrimônio Histórico de Brusque.
Mosaico com fotos da revitalização da Praça Vicente-Só
Fonte: Prefeitura de Brusque
Remos nas mãos, canoas subindo o rio... Sons de pássaros encantavam os viajantes... Era o Vale do Rio Itajaí-Mirim que se abria diante dos olhares fascinados. A cada curva do rio erguiam-se nas matas, caramanchões naturais cobertos de flores, era um mundo novo diante daqueles esperançosos 55 colonos, guiados pelo barão austríaco Maximiliano von Schneeburg.

Uma longa jornada para aqueles que buscavam melhores condições de vida. Nas matas contemplavam a comitiva, invisíveis aos olhos, povos seminômades. Os Xokleng tinham língua e cultura próprias. Ocupavam um território em “movimento”, pois mantinham uma disputa secular com os Guarani e os Kaingang para controlar este território. Podemos desenhar seu contorno pelas florestas entre o litoral e o planalto. Como caçadores e coletores, o grupo vivia em movimento, e os acampamentos eram formados por construções simples, aproveitando ramos de árvores, devidamente arqueados, e cobertos de folhas de palmeira.

O local destinado à recepção dos colonos foi o engenho de farinha, de propriedade de Pedro José Werner, no lugar conhecido como Vicente-Só. Vicente Ferreira de Mello foi o primeiro a adentrar a mata e estabelecer moradia. Conta a história que “andando a caçar, achou o lugar muito bonito e fez um rancho”, por isso, a localidade ficou conhecida como Vicente Só.

Nesta praça, marco simbólico de Brusque, local em que foi edificado o obelisco do Centenário de Brusque, encontram-se as esculturas de David Rodrigues, que representam de forma artística e romanceada, os encontros e desencontros entre os colonos e os habitantes da terra.

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